• EXPOSIÇÕES
  • Até 24 de Junho

    Espaço de Fluxos

    Exposição individual de Diogo Evangelista

    Curadoria de João Laia

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    Diogo Evangelista. Homem irracional, 2016

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    A Galeria Zé dos Bois recebe, entre os dias 22 de Abril e 24 de Junho, a exposição Espaço de Fluxos, de Diogo Evangelista. Integrada na BOCA – Bienal de Artes Contemporâneas esta exposição apresenta a pesquisa que o artista tem vindo a desenvolver em torno dos mecanismos de sedução e dos regimes perceptivos da imagem contemporânea.

     

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    Espaço de Fluxos tem como mote central a figura do ser humano e explora ideias como invisibilidade e introspeção. O projecto configura-se como um organismo vivo, onde o conjunto de trabalhos, na sua maioria inéditos, cria um ambiente que absorve o público no seu interior através de diferentes estímulos sensoriais, criando uma experiência imersiva. O título é apropriado de um texto homónimo de Manuel Castells que descreve uma tipologia cultural de grande abstração e as suas interações dinâmicas com os media digitais. O conceito de ‘espaço de fluxos’ conceptualiza as configurações de espaço e tempo que se estabelecem sob o novo paradigma tecnológico, o qual, entre outras valências e características, permite interações síncronas à distância.

     

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    Patente até 24 de Junho

    Horário de visita: quarta a sábado – 18h00 a 22h00

    Evento integrado no BOCA – Bienal de Artes Contemporâneas

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    Galeria Zé dos Bois

    Rua da Barroca, nº 59 1200-047 Lisboa – Portugal

    Tel: 00351 21 343 02 05

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    Diogo Evangelista vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho reflete sobre o estatuto da imagem e o seu potencial como veiculo contracultural. Tendo como pontos de partida materiais apropriados e de arquivo, produz narrativas não lineares e pontos de vista especulativos acerca do real. Exposições recentes incluem: The Eighth Climate (What Does Art Do?, 11a Bienal de Gwangju (2016); H Y P E R C O N N E C T E D, 5a Bienal de Arte Jovem de Moscovo (2016); A driver who indicates left and then turns right, Galeria Pedro Cera, Lisboa (2016); Sonae Media Art Award e Hybridize or Disappear, ambas no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (2015); As one hand touches the other, Videoex, Zurique (2015), between the spider and the mind there is a hand – Outdoor I, Warm, São Paulo, Brazil (2015); Grotto-Heavens, CAC, Vilnius (2014); The World of Interiors, The Green Parrot, Barcelona, (2014); BesRevelação13, Museu de Serralves, Porto (2013); From Radiance to Dissolution, galeria Kraupa-Tuskany Zeidler, Berlim (2013); Tranceatlantic Cubism, Boutique Raum Fur temporare Kunst, Colónia (2013); A Quest for a Flight of the Aurora of Psychedelia, The Barber Shop, Lisboa, (2013); Sunset, Galeria Pedro Cera, Lisboa, (2013); No future in that Place, Parkour, Lisboa (2012).

    Curadoria: João Laia

    Os projectos de João Laia exploram as relações entre estruturas sociais, tecnologia e representação. Recentemente apresentou H Y P E R C O N N E C T E D no MMOMA – Museu de Arte Moderna de Moscovo (2016), um projecto estratégico da 5ª Bienal de Arte Jovem e Hybridize or Disappear no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (2015). Colaborou com instituições como o MAAT em Lisboa, Videoex, em Zurique, Parque Lage, no Rio de Janeiro, Moderna Museet, em Estocolmo, DRAF – David Roberts Art Foundation, South London Gallery e Whitechapel Gallery, em Londres. É curador do festival Videobrasil, em São Paulo. Escreve regularmente para a revista Mousse e publicou em jornais e revistas como frieze, Spike Art Quarterly, Flash Art e Público.

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    A ZDB é Financiada pela Secretaria de Estado da Cultura –Direcção- Geral das Artes. A ZDB tem o apoio da C.M.L e do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social.