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RESIDÊNCIAS
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De 28 de Agosto a 18 de Setembro
Solange Freitas
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Em Setembro, Solange Freitas encontra-se em residência no NEGÓCIO para criação de da sua próxima peça.
Real Dog estreia no NEGÓCIO em Março de 2018
‘Este projecto é sobre o momento em que somos atingidos pelo que nos olha. Sobre o que tomamos como visível e invisível, sobre o que está em diálogo e não vês. “A visão que se choca com o inelutável volume dos corpos”[1]. O que escolhemos olhar e o que recusamos?
A criação tem como ponto de partida a expressão “baseado em factos verídicos”, largamente utilizada na produção cinematográfica. Quando contamos uma história, está implícito que aquilo que dizemos, que os factos que descrevemos alegadamente aconteceram e as coisas são o que mostram ser, partindo desta premissa estamos num terreno perigoso do qual não podemos fugir. Real Dog é um campo minado, onde as fronteiras são invisíveis, lugar frágil entre nós e as imagens, onde as relações entre pessoas, objectos e lugares subvertem-se num piscar de olhos.’
Solange Freitas
[1] DIDI-HUBERMAN, G. O que vemos, o que nos olha. S. Paulo: Ed. 34, 1998
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FICHA ARTÍSTICA
Direcção Artística| Solange Freitas
Co-criação e Interpretação |Luís Puto, Solange Freitas, Rui Neto
Dramaturgia | Mickael de Oliveira
Desenho de Luz | Rui Monteiro
Produção | Vertigo
Residências artísticas | Negócio/ZDB, O Espaço do Tempo
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NOTA BIOGRÁFICA
Solange Freitas |Direcção Artística
Licenciatura em Actores e Encenadores na Escola Superior de Teatro e Cinema. Estudou Psicologia Clínica na Escola Superior de Psicologia Aplicada (ISPA). Actualmente frequenta o mestrado em Artes e Comunicação da Universidade Nova de Lisboa – FCSH. Em 2006, funda a Vertigo – Associação Cultural. Criou, em colaboração com Catarina Vieira: Lá e Cá, 2007, vencedor do Projecto Jovens Artistas Jovens/ CCB; Lá e Cá-rascunhos, Serralves em Festa; Lá e Cá – aparições, para o FIMP 2007. Em 2008, trabalhou com O Bando, no espectáculo Em Brasa, ciclo Outras Lisboas / Teatro São Luiz. Em 2009/10, participou como actriz, no espectáculo Poltrona -monólogo para uma mulher, de Cláudia Chéu, Teatro São Luiz, e no filme Retornos, de Luís Avilés, co-produção Espanha/Portugal. Participou no Filme do Desassossego de João Botelho. Trabalhou com John Romão em Eu não sou bonita. Eu sou o Porco, apresentado no Citemor e Negócio/ZDB (2012). Colaborou como actriz e assistente de encenação, no espectáculo Violência – fetiche do homem bom, de Cláudia Lucas Chéu, apresentado no Teatro Nacional D. Maria II e no Teatro Carlos Alberto, em 2013. Criou os espectáculos em parceria com Catarina Vieira: Temporária, díptico apresentado no Festival Temps d’Images 2010, apresentado no CCB; Fora de Jogo, apresentado na Eira 33 / Festival Temps d’Images 2011; O Festim – do fim das coisas nada sabemos, em colaboração com Tiago Cadete, no Teatro da Politécnica no Festival Temps d’Images, em 2012; Bugs, Festival Internacional de Teatro y Artes de Calle de Valladolid, em 2013 e no Rio de Janeiro na Sede das Cias em 2015. Responsável pela criação e gestão do projecto Plataforma LX, apoiado pelo programa BIP / ZIP da Câmara Municipal de Lisboa, em 2013. Assistência de encenação e produção dos espectáculos Teorema e Pocilga de John Romão. Direcção artística em parceria com Catarina Vieira do espectáculo Ex Machina apresentado na malavoadora.porto e no Festival Temps d`Images no Teatro da Politécnica. Go Tell Fire To The Mountain; Festival Internacional de Teatro y Artes de Calle de Valladolid, 2015. Em 2016 /17, assistência à encenação dos espectáculos Constituição e Sócrates tem de morrer parte I de Mickael de Oliveira. Em 2017, como actriz no espectáculo Um libreto para ficarem em casa seus anormais, encenação de Albano Jerónimo.
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